TURISMO
Apesar de não existirem estruturas organizadas de vocação turística, esta freguesia congrega turistas nos seus espectáculos ao ar livre, bailes e festas populares. Igualmente de interesse são as albufeiras da Bemposta e da Azenha Pintada que estimulam os amantes de pesca e piqueniques.
A aldeia de Casebres, dentro das suas características de traça alentejano e do seu sossego, fazem-na um local de eleição para aqueles que procuram a calma e serenidade alentejana
GASTRONOMIA E DOÇARIA
A gastronomia desta freguesia goza da riqueza de condimentos da cozinha alentejana. No entanto, aqui é especialmente apreciado o "Ensopado de Borrego", a "Açorda de Alho", e as "migas com Entrecosto".
A doçaria artesanal baseia-se nos ingredientes que a região oferece, pelo que se destacam as pinhoadas, os bolos de pinhão e mel, os copos de pinhão e os bolos de mel.
POPULAÇÃO
Em Casebres, tal como no restante Alentejo, os trabalhos são essencialmente agrícolas.
Algumas das pessoas mais idosas, nomeadamente os homens, executam trabalhos relacionados com o gado, a pastorícia, a ordenha e a tosquia (este também executado por pessoas mais jovens). Assim, a população desta zona ocupa-se principalmente de trabalhos, tais como, a tiragem de cortiça, apanha do tomate e da pinha, plantação e corte de eucalipto, esgalha de arvores e restantes trabalhos agrícolas e florestais.
Uma baixa percentagem da população trabalha em fábricas e serviços existentes nos concelhos limítrofes.Desta forma, 70% da população activa exerce a agro-pecuária, 15% a Construção Civil, o comércio alberga 7% enquanto que apenas 5% são operários fabris e os restantes 3% estão divididos por profissões designadas de serviços.
Pode-se considerar que o nível sócio-económico é baixo e essencialmente rural. A população existente em Casebres, apresenta um nível etário relativamente equilibrado.
Esta aldeia apresenta de momento uma taxa de, aproximadamente, 65% de população com mais de 35 anos de. A média de filhos por agregado familiar é de, actualmente, 1 / 2 filhos.
Como vai sendo usual nas aldeias alentejanas, e não só, o êxodo rural também se faz sentir, assim, a população mais jovem tem migrado para os centros urbanos, procurando novos e melhores postos de trabalho.
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